Artigo - O acesso à Sustentabilidade - 27/03/10
março 28, 2010 por aurea
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O acesso à Sustentabilidade.
Autor: André Coimbra Felix Cardoso
Atualmente, existem diferentes ideologias que fazem da sustentabilidade um fenômeno complexo e dinâmico. Em meio a tantas definições é possível identificar dois extremos ideológicos que formam um continuum de classificações: de um lado temos o tecnocentrismo - a crença de que não há problema, pois parte-se da suposição de que a tecnologia solucionará tudo - e no outro extremo o ecocentrismo - que seria equivalente ao retorno à vida simples e natural, em uma relação simétrica entre homem e natureza. Entre os dois extremos há um continuum que permite identificar, no mínimo, quatro campos distintos: sustentabilidade muito fraca - mais próxima da visão tecnocêntrica -; sustentabilidade fraca; sustentabilidade forte e sustentabilidade muito forte - mais próxima da visão ecocêntrica (Pearce, 1993).
O “conceito” mais conhecido sobre o desenvolvimento sustentável é fruto de um relativamente longo processo histórico de reavaliação crítica da relação existente entre a sociedade civil e seu meio natural. Alguns pontos importantes nessa discussão foram o relatório sobre os limites do crescimento, publicado em 1972; o surgimento do conceito de ecodesenvolvimento, em 1973; a declaração de Cocoyok, em 1974; o relatório da Fundação Dag-Hammarskjöld, em 1975; e, finalmente, a Conferência da Organização das Nações Unidas (ONU) sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, em 1992 (Van Bellen, 2005; Brüseke, 1995). O foco da sustentabilidade estava centrado principalmente na integridade ambiental, sendo a partir da definição do Relatório Brundtland que a ênfase desloca-se mais para o elemento humano, gerando um equilíbrio entre as dimensões econômica, ambiental e social. A conceituação ulterior foi elaborada a partir da World Commission on Environment and Development (WCED), trazendo consigo uma das definições mais conhecidas: o desenvolvimento sustentável é aquele desenvolvimento que “atende às necessidades das gerações presentes sem comprometer a possibilidade das gerações futuras de atenderem suas próprias necessidades” (WCED, 1987).
Não obstante o relativo consenso que desfruta - o que significa um avanço para alguns - a definição acima pode ser classificada como sustentabilidade fraca, e sofre diversas críticas quando submetida a avaliações mais profundas e sérias. Além de não oferecer uma diretriz muito clara, a definição de desenvolvimento sustentável na verdade é usado como um sinônimo para crescimento, e foi elaborado de modo a não reconhecer a tese plausível de que há uma contradição fundamental entre crescimento e sustentabilidade (Daly, 1996).
Além da definição contida no Relatório Brundtland, há outras iniciativas relevantes no âmbito da esfera de nações que também visam oferecer diretrizes para a a busca da sustentabilidade. Na verdade, observa-se uma convergência de movimentos sociais dentre os mais importantes dos últimos tempos, que buscam levar a cabo esse objetivo mediante propostas, acordos, convenções e declarações de entidades intergovernamentais e multilaterais. São eles: Declaração Universal dos Direitos Humanos; Agenda 21; Protocolo de Kyoto; Declaração sobre o Meio Ambiente e o Desenvolvimento e Carta da Terra; Objetivos e Metas do Milênio; Pacto Global; Convenções da Organização Internacional do Trabalho; Diretrizes da OCDE para as Multinacionais; e Princípios do Equador. Tais movimentos sociais sinalizam para o fato de que a sustentabilidade vem se tornando uma situação cada vez mais desejável em todo o planeta.
Entretanto, em que pese o fato de o mundo clamar cada vez mais alto pela sustentabilidade, é tipicamente um desafio colossal a ser solucionado no longo prazo, que começa com respostas eficazes no curto prazo. O alcance e a profundidade dessas respostas dependem em grande medida da cooperação mundial para se induzir mudanças nas formas atuais de produção e consumo de bens, e, sobretudo, na mentalidade - das pessoas que compõem a nossa sociedade. Disso resulta que a perspectiva de uma sociedade sustentável é um imperativo que recai sob a sociedade como um todo, o que inclui indivíduos, escolas e universidades, regras institucionais e governos, empresas e organizações de um modo geral, assim como os mercados consumidores. Pode-se dizer que os movimentos citados acima são mais do que uma simples expectativa da sociedade planetária quanto à conduta dos governos e empresas, pois expressa um anseio global pela mudança quanto à maior abrangência dos papéis - e seu comprometimento - no que tange aos diferentes atores envolvidos na problemática da sustentabilidade.
Mesmo assim, estas diretrizes ou macro-normas não se materializam no “mundo prático da vida” e das empresas sem que haja elementos catalisadores. Ou seja, infelizmente, a sustentabilidade não ocorre de maneira espontânea, ela precisa ser provocada, induzida e disciplinada. Além de uma legislação que dê conta - junto à fiscalização rigorosa - e dos mecanismos de mercado ou indutores da sustentabilidade, é preciso que criar ferramentas formais de gestão como forma de abordar com sucesso a intervenção na realidade, norteada por uma perspectiva de uma sociedade sustentável.
Nesse sentido, mormente com foco no universo prático das empresas, há mais de dez anos, iniciou-se o desenvolvimento de várias ferramentas de gestão tendo em vista a perspectiva da sustentabilidade. Do ponto de vista teórico, há muitos progressos nessa área. Alguns campos de estudo da Economia bem como da Administração têm se ocupado mais detidamente desta questão. Há hoje um amplo conjunto de ferramentas para se empreender esforços rumo à sustentabilidade. Elkington (1999: 75) cunhou o termo triple bottom line, que enfatiza duas questões centrais para a atuação orientada para a sustentabilidade: 1) a integração dos três pilares do DS; e 2) a integração dos mesmos com objetivos de curto e longo prazo. Louette (2008:77), no documento “Compêndio para a Sustentabilidade” enumera e apresenta de forma superficial uma gama de instrumentos, práticas e normas para se articular e buscar a sustentabilidade. Nesse documento, a autora argumenta que, apesar da proliferação de inúmeras iniciativas que emanam de organismos e organizações de naturezas muito diversas, as ferramentas de gestão socioambiental que contribuem e visam atender aos pilares clássicos do DS - triple bottom line - devem ser construídas de modo a estimular o engajamento de todos os stakeholders da organização: acionistas, público interno (assalariados e terceiros), clientes, fornecedores, parceiros, comunidade, meio ambiente, entre outros.
Não é nosso objetivo analisar todas estas ferramentas, mas apenas citar algumas. São elas: Ecoeficiência; Produção Mais Limpa; Educação Ambiental; Análise do Ciclo de Vida do Produto; Logística Reversa; Química Verde; Capitalismo Natural; Gestão do Relacionamento com Stakeholders; Projeto Sigma; Triple Bottom Line; Princípios para Elaboração de Relatórios de Sustentabilidade (GRI); Princípios de Governança Corporativa; Abordagem de Serviço; Consumo Sustentável; Normas e Certificações Socioambientais; Ecodesign e Biomimética, etc. Enfim, essa lista não esgota aqui, pois há muito mais iniciativas.
Não obstante o mérito de todas estas contribuições; convém destacar o papel diferenciado da abordagem “4 Condições Sistêmicas da Sustentabilidade” desenvolvida pela iniciativa do The Natural Step (TNS) junto a um grupo de cientistas, que formulou um consenso claramente articulado de princípios básicos de sustentabilidade, essenciais, e com base científica. O documento “Compêndio para a Sustentabilidade” também apresenta superficialmente esta abordagem. Mas a história de como se deu seu desenvolvimento é muito bem contada no livro The Natural Step: A História de uma Revolução Silenciosa (Karl-Henrik Robert, 2002).
No quadro abaixo estão as 4 condições sistêmicas, propostas na abordagem The Natural Step, que devem compor o núcleo central de um programa de acesso à sustentabilidade. Além dos princípios, foram incorporados alguns exemplos de modo a ilustrar o que se quer dizer. Há também os objetivos que devem ser alcançados. Enfim, o TNS trabalhou com cientistas para desenvolver um conjunto de princípios básicos, usados para ajudar a guiar as organizações no sentido da sustentabilidade.
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Condição Sistêmica |
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| Na sociedade sustentável, a natureza não é sistematicamente submetida a graus cada vez maiores de: | |
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1 |
Concentrações de substâncias extraídas da crosta terrestre - Os materiais extraídos devem ser controlados para que as concentrações de metais, minerais e fumaça de combustíveis fósseis não se acumulem, provocando danos à saúde e aos ecossistemas. É necessário permitir que os ciclos naturais se renovem.
Objetivo - Eliminar nossa contribuição para os aumentos sistemáticos de concentrações de substâncias na crosta terrestre. |
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2 |
Concentrações de substâncias produzidas pela sociedade - Quando o homem produz substâncias químicas, remédios, plásticos, entre outros, precisa fazê-lo de uma maneira e em quantidades que não interfira no ciclo natural de decomposição na natureza.
Objetivo - Eliminar nossa contribuição para os aumentos sistemáticos nas concentrações de substâncias produzidas pela sociedade. |
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3 |
Degradação por meios físicos - Não se deve plantar de maneira que o solo perca seus nutrientes ou que espécies sejam extintas, assim como a abertura de estradas ou construção de edifícios não devem interferir significativamente no meio ambiente. É preciso preservar os recursos existentes.
Objetivo - Eliminar nossa contribuição para a degradação física sistemática da natureza, o que fazemos com colheitas excessivas, descarte de materiais estranhos ao local e outras formas de modificação. |
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4 |
As pessoas não são submetidas a condições que, sistematicamente, minam sua capacidade de satisfazer suas próprias necessidades além das necessidades de pessoas ao seu redor. Aqui, as pessoas são chamadas a melhorar as maneiras pelas quais se satisfazem, e as empresas são convocadas a atender aos anseios dos clientes usando o mínimo possível de recursos.
Objetivo - Contribuir ao máximo para atender às necessidades humanas em nossa sociedade e em todo o mundo e, acima de todas as substituições e medidas tomadas para atingir os três primeiros objetivos, usar todos os recursos de maneira eficaz e razoável, com responsabilidade. |
Quadro 1: Condição Sistêmica do Natural Step
Fonte: Adaptado de Karl-Henrik Robert (2002)
Como ilustrado no quadro acima, os princípios ou condições sistêmicas, são gerais o suficiente para serem relevantes para todas as atividades e áreas e, ainda assim, concretos o suficiente para orientarem o pensamento e a tomada de decisão. Eles também não se sobrepõem. Acima de tudo, os responsáveis pela tomada de decisão terão uma clareza muito maior para seguirem em frente com os esforços para desmaterializar, substituir insumos, apoiar mudanças em práticas de gestão de solo e recursos naturais e integrar aspectos sociais de sustentabilidade (Waage, 2004).
Convém discutir rapidamente as razões que nos fazem identificar as 4 Condições Sistêmicas (4CS) como a abordagem mais diferenciada perante as demais iniciativas. Há quatro razões, logo a baixo, para distinguir a abordagem das 4CS como essencial e as demais como complementares. Vejamos:
- Enquanto todas as demais ferramentas se ocupam do “como”, as 4CS definem o que é, o que deve ser buscado, os princípios mínimos que devem ser respeitados para se viabilizar uma sociedade sustentável. Isto equivale a responder primeiro à “o quê é sustentabilidade” antes de “como atingi-la”. Responder primeiro à pergunta “para onde devemos ir” parece mais sensato, visto que ela é que determina o como será atingido. Já foi dito que o que não é medido não pode ser gerenciado, mas até mesmo para se medir algo - com indicadores e metas - é preciso uma referência bem clara. E só as 4CS oferecem tal clareza aos tomadores de decisão quanto à orientação ou direção a ser seguida, mercê de um planejamento estratégico de longo prazo formulado em bases de mudanças sistemáticas e gradativas, conforme a abordagem Backasting.
- Sob um ponto de vista científico sua plataforma das 4CS para uma sociedade sustentável é uma visão realista conquanto se baseia no reconhecimento de que tanto as organizações como a economia e a sociedade são subsistemas que dependem de um sistema mais amplo, denominado ecossistema. Além disso, os princípios são respaldados nas leis da termodinâmica e nos ciclos naturais, conquistas irrevogáveis do conhecimento científico.
- As 4CS não é um corpo complexo de conhecimento teórico, mas possuem as virtudes de uma estrutura de referência simples, abrangente, lógica e consistente, que servem como balizadoras das ações empresariais, e facultando diagnosticar o estado de sustentabilidade de empreendimentos.
- Finalmente, as 4CS são complementares às diversas ferramentas enumeradas acima, dando-lhes substância, conteúdo, ao passo que todas elas podem e devem ser aplicadas tendo sob a inspiração das 4CS da sustentabilidade. Desse modo, com mais segurança, as empresas estarão galgando os inúmeros degraus para se acessar a sustentabilidade. Olhando desse modo, nota-se que a intervenção e reestruturação do empreendimento poderá se desdobrar dentro de um programa de ação, inicialmente, puxado por uma sustentabilidade fraca (ex: ecoeficiência), mas será empurrado gradativamente e intensificado para uma sustentabilidade forte, expressa na visão de futuro a ser alcançada que traduz uma situação de respeito às quatro condições de uma sociedade minimamente sustentável. Tal visão compartilhada pode servir de inspiração tanto para empresas como para os governos, em seus planejamentos estratégicos, e pela sociedade inteira. Vejamos a figura abaixo, que contém um programa cujo núcleo viabiliza o acesso à sustentabilidade.

Figura 1: Acesso à sustentabilidade.
Fonte: elaborado pelo autor.
Conforme visto acima, empreendeu-se o delineamento de um programa de acesso à sustentabilidade conectando três esferas: (i) os pactos e convenções das nações, implícitos em alguns movimentos sociais de nível global que clamam cada vez mais alto pela sustentabilidade; (ii) ferramentas auxiliares que por um lado ajudam a materializar as macro-normas, e por outro, a acessar a sustentabilidade quando orientados pelo núcleo de princípios; e (iii) o núcleo da sustentabilidade composto pelas 4CS, objetivando dar mais consistência às esferas amarela e verde acima, para o acesso à sustentabilidade.
Olhando agora para o núcleo em direção ao exterior, observa-se que um tal programa tem como substância básica alguns princípios fundamentais, calcados em um consenso da ciência. Este, por sua vez, é complementado por um conjunto de ferramentas auxiliares, que utilizadas de forma articulada destinam-se a ligar o núcleo com as macro-normas de acesso à sustentabilidade. Porém, como a sustentabilidade é uma questão complexa e sistêmica, uma empresa sozinha acessar a sustentabilidade - respeitar as 4CS - não é o suficiente, porquanto isso não garantirá que seu empreendimento seja de fato sustentável. Em que pese seu esforço para se adequar às 4CS, especialmente à capacidade de oferta do ecossistema, se os outros que dependem do mesmo recurso não fizerem o mesmo seu esforço terá sido em vão. Portanto, a articulação desse programa não deve ficar restrita à empresa, mas deve ser ampliada para o sistema mais amplo incluindo stakeholders, tais como: fornecedores e cadeia de suprimentos, concorrentes, os setores ou indústrias que dependem também desse recurso; governo e outros atores-chave envolvidos na questão da sustentabilidade.
A maior ou menor proximidade de uma empresa com o núcleo, que é o acesso à sustentabilidade ou seu caráter mais ou menos fundamental, só pode ser determinado por um diagnóstico que investigue quão longe se está do respeito às 4CS. Isso deve ser levado a cabo por pessoas que estejam mais familiarizados com as nuanças de cada uma das condições relacionadas, portanto, especialistas formados em ecologia, biologia, sociologia e psicologia. Por essa razão, deve-se alertar para o caráter puramente ilustrativo da estrutura proposta acima. Cabe ainda observar que a fronteira entre as proposições do núcleo e as do cinturão protetor não é muito nítida. Da mesma forma, qualquer tratamento inteligente do cinturão conector deve considerar não somente o caráter interdependente das ferramentas auxiliares com o núcleo, mas também as características de interconexão que existem entre elas, o que torna as fronteiras ainda menos nítidas. Assim, ao longo do desenvolvimento do programa de acesso à sustentabilidade certas propostas que no princípio eram tidas como secundárias podem eventualmente mostrar-se mais fundamentais sendo priorizadas, ou vice-versa. Uma exemplificação nesse sentido é a integração entre a abordagem denominada Capitalismo Natural (Hawken et al. 1999) e as 4CS. Enquanto a primeira propõe quatro mudanças ou estratégias interativas e articuladas, a segunda fornece o conteúdo da mudança. Ou seja para onde devemos ir. Vejamos:
1. A primeira estratégia, promover um “aumento radical na produtividade de recursos”, está totalmente alinhada com os objetivos da ecoeficiência, focado no aumento da ecoeficiência, compreendido como um passo inicial no sentido de mudanças de alcance muito maior;
2. Explorar as possibilidades do biomimetismo, o que repercute em pesquisas e trabalhos sobre ecologia industrial, com o objetivo de “redesenhar os sistemas industriais sobre linhas biológicas” para possibilitar a “reutilização constante de materiais em ciclos fechados contínuos e freqüentemente a eliminação de toxicidade”;
3. Estabelecer uma economia de serviço e fluxo através da criação de sistemas que assegurem que os bens circulem ao invés de serem usados e descartados;
4. Reinvestimento em sistemas ecológicos de forma a assegurar que a sociedade “sustente, restaure e expanda os estoques de capital natural”
Note-se que a quarta estratégia do capitalismo natural extrapola às 4CS, embora tenha uma convergência com a terceira condição sistêmica, regenerando a natureza e dando uma contribuição excedente ao incorporar o aspecto de investimento no capital natural.
Finalmente, a empresa disposta a levar a sério a sustentabilidade pode começar definindo um marco temporal de respeito às 4CS, para depois explorar os pontos 1 e 2 da abordagem acima em uma perspectiva de curto a médio prazo. O próximo passo será investir nos pontos 3 e 4 aumentando sua robustez no longo prazo. A inovação é necessária e agora pode dar grande contribuição nesse sentido.
Referências
BRÜSEKE, Franz J. O Problema do desenvolvimento sustentável, In: Cavalcanti, Clóvis (org) Desenvolvimento e natureza - estudos para uma sociedade sustentável, São Paulo: Cortez, 1995
DALY, H. Crescimento Sustentável? Não obrigado. In: MANDER, Jerry & GOLDSMITH, Edward (eds.). The case against the global economy (and for a turn toward the local). San Francisco: Sierra Club Books, 1996, p. 192-96, sob o título “Sustainable growth? No thank you”.
HAWKEN, P, LOVINS, and L.H. LOVINS (1999) Natural Capitalism: Creating the Next Industrial evolution (New York: Little, Brown).
LOUETTE, Anne. (2008). Compêndio para a Sustentabilidade: ferramentas de gestão de responsabilidade sócio-ambiental. Uma contribuição para o desenvolvimento sustentável. Willis Harman House.
PEARCE, D. Economic Values and the Natural World. (Londres: Earthscan Publications Ltda) 1993.
ROBERT, K.H. The Natural Step - A História de uma Revolução Silenciosa. São Paulo: Cultrix, 2002.
VAN BELLEN, H. M. Indicadores de Sustentabilidade: Uma Análise Comparativa. 1. ed. Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas, 2005.
WAAGE, S. Uma reavaliação dos negócios a partir de uma perspectiva sistêmica. A mudança para empresas e serviços financeiros pautados na sustentabilidade. ANO 5 - Nº 12. São Paulo, 2004.
Estudo de caso Bag for Life
Bag for Life é uma empresa brasileira que integra a preocupação com o Meio Ambiente e o mundo da moda, e assim busca produzir bolsas com design diferenciado utilizando materiais reaproveitáveis e ecofriendly.
Dentre os principais desafios desse setor estão a questão da extração e utilização de materiais e processos menos impactantes ao Meio Ambiente e a questão do consumismo desenfreado que é fortemente estimulado pela moda. Boa parte do foco de fabricação dos produtos são voltados ao atendimento de desejos, ao invés de necessidades. Nesse caso, as perguntas que podem ser formuladas são: quais matérias primas são utilizadas na manufatura? Qual a quantidade de água usada no processo de coloração dos tecidos? Os corantes são tóxicos? Como fica a questão da obsolescência percebida de materiais perfeitamente utilizáveis por um longo tempo? Como empresas lidam com a questão da tendência da “moda rápida” ou vertiginosa velocidade de troca de coleções? Como empresas lidam com os direitos humanos em sua força de trabalho? Como empresas fazem com os resíduos gerados em todas as etapas de sua cadeia produtiva? Finalmente, podemos perguntar ainda as empresas respeitam ou não às 4 Condições Sistêmicas da Sustentabilidade?
O público-alvo da Bag for Life é a classe média alta, e a empresa comercializa seus produtos em um site tri-língue e também em uma loja-conceito situada em um bairro de alto poder aquisitivo de Porto Alegre.
A sustentabilidade é a principal estratégia da empresa para se diferenciar no mercado da moda. Nesse sentido, ao olharmos o caso sob uma perspectiva mais convencional de sustentabilidade fraca; é possível elencar uma série de resultados que empresa apresenta dentro das três dimensões - ambiental, social e econômica.
| Ambiental | Social | Econômico |
| - Em sua loja, o tipo de detergente (biodegradável) livre de petroquímicos, com ingredientes vegetais, café e espumante orgânicos; a iluminação é feita por LEDs (redução no consumo de energia); materiais gráficos impressos em papel reciclado;
- Bolsas retornáveis com capacidade volumétrica, substituindo sacolinhas plásticas ou de papelão; - Uso de metais que recebem banho níquel free, anti-alérgico e menos poluente que os demais; - Uso de matérias-primas ecofriendly como: algodão, couro vegetal (látex natural), fibras de bananeira e tecido de fibras de garrafas PET recicladas; - Uso de resíduos de outros produtos, tais como: couro proveniente das indústrias calçadistas e moveleiras, lonas de barco e lona vinílica usada em mídia externa; - Os lucros são reinvestidos em reflorestamento. Ela participa do Programa Carbon Free - a cada bolsa vendida, uma árvore é plantada em Maquiné, para recomposição da Mata Atlântica no estado do RS. - Parte dos lucros direcionados para apoiar projetos de educação ambiental. |
- Ênfase na contratação do trabalho de ateliers de costura e cooperativas de artesãos. Nesse sentido, a empresa utiliza os serviços de uma cooperativa de costureiras - Cooperativa de Costureiras Unida Venceremos - Univens, que é ligada ao movimento Justa Trama - são trabalhadores organizados que fazem parte da rede de economia solidária - movimento mundial que envolve desde plantadores de algodão orgânico do Ceará até lojas na França que vendem somente produtos dessa rede. | - Estratégia de enfoque em diferenciação, promessa de design exclusivo, com posicionamento de preços relativamente altos que variam de R$ 170,00 a R$ 500,00.
- Alta margem de lucro considerando-se, por um lado, a redução de custos com a utilização de materiais reciclados e resíduos como insumo de seu processo produtivo e, por outro, boa parte da força de trabalho terceirizada e formada pela cooperativa de artesãos. - O maior custo pode estar relacionado aos profissionais da moda consagrados em eco-design para desenvolver produtos; - Redução de custos com a iluminação que é feita por LEDs; - Um site internacional; - Publicidade gratuita em função do interesse da mídia, o que reduz a sua necessidade de investimentos em publicidade. |
Olhando agora sob uma perspectiva de sustentabilidade forte, vejamos o desempenho da empresa segundo as 4CS da Sustentabilidade:
| Condição Sistêmica | |
| 1 | A empresa sujeita a natureza/atmosfera à concentrações sistematicamente crescentes de substâncias extraídas da crosta terrestre? Sim, no caso do minério níquel. Além disso, não há recuperação e controle desse material dentro de uma abordagem de logística reversa. Por outro lado, a empresa não extrai mais outros tipos de materiais da crosta terrestre ou gera resíduos gasosos a parti deles (fumaça de combustíveis fósseis), reduzindo, assim, os danos à saúde e aos ecossistemas. Uma sugestão interessante para essa empresa, por exemplo, é substituir o níquel por outro material renovável. |
| 2 | A empresa sujeita a natureza à concentrações sistematicamente crescentes de substâncias produzidas pela sociedade? Não, pois embora reaproveite e reutilize material químico produzido pelo homem, ela não gera mais substâncias químicas como plásticos e outros resíduos, portanto, não aumentando a quantidade global de resíduos já existentes no planeta, e com isso não interfere mais ainda no ciclo natural de decomposição na natureza. |
| 3 | A empresa sujeita a natureza à degradação sistemática crescente por meios físicos? Não, aparentemente, pois sua extração de matéria prima provém em parte de resíduos já existentes, e outra parte, de fontes renováveis que aparentemente não interferem significativamente no meio-ambiente. Seria preciso saber se as taxas de exploração não excedem as taxas de regeneração dos ecossistemas de onde a empresa retira os recursos. Por outro lado, a empresa busca não só preservar os recursos naturais como se propõe a regenerar ecossistemas. |
| 4 | A empresa ajuda a satisfazer as necessidades humanas melhorando as maneiras pelas quais se satisfazem as mesmas? E busca atender aos anseios dos clientes usando o mínimo possível de recursos? Sim, a empresa contribui para a satisfação das necessidades fundamentais do ser humano - ao se entender como necessidades de proteção e liberdade, necessidade de mobilidade que todo ser humano tem - pois as pessoas precisam de sacola ou bolsa para guardar e transportar volumes sem que isso prejudique a sua integridade física. E tais produtos são feitos a partir de resíduos reaproveitados, já existentes, para contribuir na diminuição da pressão sobre os recursos a serem extraídos. |
Como vimos, aparentemente a empresa possui um bom desempenho nas três últimas condições sistêmicas. Mas sempre é possível aperfeiçoar-se. Nesse sentido, seria oportuno se ela fortalece a primeira condição, mediante a substituição do níquel por algum outro material renovável e não impactante.
Referências
Bag for Life. Site da Empresa: http://www.bagforlife.com.br/. Acesso em 28 de setembro de 2009.
Autor: André Coimbra Felix Cardoso é doutorando da FEA USP, membro do PROGESA-FIA e professor do tema Sustentabilidade para Empresas em diferentes universidades. E-mail: ancfelix@uol.com.br
A questão importante é aquela que a Comissão Brundtland encabeça mas não enfrenta: em que medida nós podemos aliviar a pobreza através do desenvolvimento sem crescimento? Assim, ele precisa ser salvo dessa perdição mesmo que politicamente seja muito difícil admitir que o crescimento, com suas conotações dogmáticas de fim último, deva ser limitado (Daly, 1996).
Concordava-se que o debate sofria com a falta de princípios de sustentabilidade abrangentes, amplamente aceitos e com base científica. O processo teve início em 1989. Um oncologista sueco, Dr. Karl-Henrik Robèrt, trabalhou com outros cientistas para desenvolver um conjunto claramente articulado de princípios básicos de sustentabilidade essenciais e com base científica. Este grupo redigiu um documento consensual que descrevia o conhecimento básico das funções da biosfera e interações humanas relativas à sustentabilidade da vida no planeta. No início da década de 1990 o Dr. Robèrt trabalhou com o físico Dr. John Holmberg para ampliar este trabalho e definir um conjunto de condições do sistema para uma sociedade sustentável, com base nas leis da termodinâmica e ciclos naturais (WAAGE, 2004).
Currículo - 27/03/10
Simone Ribeiro de Carvalho
27 anos - Brasileira
Rua Padre Machado, 778 - ap. 233 - Bosque da Saúde - São Paulo - SP
Residencial: (011) 2305-6027 / Celular: (011) 8321-4532
Objetivo Profissional
Atuar na construção de sistemas JEE / SOA
Pretensão Salarial (PJ): R$ 46,00 / hora
Certificações
SCJP 5.0 - 01/02/2008
Sun Certified Programmer for the Java Platform, Standard Edition 5.0 (CX-310-055)
SCWCD 5.0 - 26/03/2009
Sun Certified Web Component Developer for the Java Platform, Enterprise Edition 5 (CX-310-083)
Idiomas
Inglês
Nível: Avançado
Escola: Wall Street Institute
Holandês
Nível: Básico
Escola: Multiple Choice
Experiência em Informática
Linguagens
Java , SQL-ANSI, HQL, EJB-QL, UML, PL-SQL, AJAX, HTML, Javascript / DHTML, CSS
Frameworks
Hibernate 3, JSF 1.2, Spring 2, Struts
Especificações
EJB 2.1, JPA, JSP, Servlet, Portlet
Banco de dados
Oracle (7 - 10G), SQL Server 2000, PostgreSQL, MySQL 5.0
Servidores de aplicação
Weblogic, JBoss, Tomcat, Sun One, Iplanet
Metodologias
RUP, SCRUM
Relatórios
Jasper Reports / iReport, Crystal Reports 7 e 8
Ferramentas
Eclipse, BEA WLI (WebLogic Integration), Liferay Portal, Jdeveloper, Netbeans, Erwin
Design Patterns
Experiência Profissional
Cargo: Analista Programadora Java - de Jun 2007 até data atual
Cliente: Notredame Seguro Saúde (Talent Four Consulting Ltda.)
Projeto: Portal Notredame (www.notredame.com.br)
Reformulação do site de serviços da empresa onde são disponibilizados serviços para segurados, empresa (clientes), corretores e prestadores. Dentre outros serviços estão: solicitação de reembolso, acompanhamento de autorização prévia, demonstrativos de faturamento e glosa (prestador) e comissões (corretor).
Atividades:
- levantamento de requisitos junto ao usuário final
- documentação do sistema: especificação técnica e não-técnica
- desenvolvimento de serviços utilizando BEA WLI (WebLogic Integration)
- administração de servidor de aplicações Weblogic: criação de datasources, deploy/undeploy da aplicação
- criação de clients WebService com Axis
- desenvolvimento de portlets Liferay utilizando: JSP, JSF, Java Script, jQuery, CSS
- administração do portal Liferay
- criação e manutenção de relatórios jasper (ferramenta iReport)
- desenvolvimento de queries PL/SQL para acesso a banco de dados Oracle 9i
- atendimento telefônico ao usuário final
- treinamento do portal para os diversos departamentos da empresa
Projeto: IntranetNDS
Portal corporativo para cadastro de segurados, sub-estipulantes e produtores.
Atividades:
- desenvolvimento e manutenção de telas do sistema utilizando as tecnologias: Java 5, JSF (MyFaces e Facelets) e Hibernate
- responsável pelos deploys da aplicação (servidor Tomcat) em produção
Cliente: ADMIX Consultoria de Benefícios (Talent Four Consulting Ltda.)
Projeto: Portal ADMIX
Portal corporativo para empresa de consultoria na área de seguros contendo funcionalidades de controle de contratos, produtos, sub-estipulantes e cadastros gerais, utilizados como apoio ao negócio da empresa.
Atividades:
- desenvolvimento de casos de uso para o sistema utilizando as tecnologias: Ajax, JSF (Richfaces), Spring (IoC e Injeção de dependência), Hibernate
- manutenção de modelo MER e dos objetos na base de dados SQL Server 2000 utilizando Erwin
Cargo: Analista Programadora Java - de Jun 2006 até Jun 2007
Cliente: Caixa Econômica Federal (Politec Informática Ltda. CMM3)
Projeto: SIATV - Sistema de Administração de Tesouraria e Valores
Atividades:
- análise da regra de negócio e requisitos para elaboração de especificações técnicas em linguagem Java / JSP
- conhecimentos da norma ISO 8583 (transações eletrônicas entre terminais TEF e Instituições Financeiras)
- desenvolvimento de funcionalidades de sistema bancário utilizando as tecnologias: Java, JSP, Servlet, J2EE, XML, AJAX, Framework Struts, HTML, JavaScript e CSS
- configuração de servidores Sun One e iPlanet
- criação e manutenção de protótipos navegáveis em HTML/Javascript
- elaboração e manutenção de documentos pertencentes ao CMMI (a empresa estava em fase de validação para retirar a nova certificação)
Cargo: Analista Programadora Java - de Fev 2005 até Jun 2006
Cliente: Agencia Zerbini - Fundação Zerbini
Projeto: Digiplan
Sistema de controle de projetos sociais cliente-servidor. O sistema usa um cliente pesado para fazer parte do processamento das informações, trafegando somente informação validada e permitindo uma alta escalabilidade da aplicação servidora.
Atividades:
- criação de aplicação cliente-servidor MVC J2EE:
- Model em EJB Entity Beans (CMP e BMP)
- View em Swing
- Controler em EJB Session Beans
- desenvolvimento de deployment em servidor de aplicação JBoss usando ANT
- criação de estrutura de banco de dados Oracle 10g (criação e manutenção de tabelas, stored procedures, views, triggers e instalação do DBMS)
- desenvolvimento de processo de distribuição e atualização dos softwares clientes usando Java Webstart
- documentação do sistema (UML) e criação de procedimento de testes
- configuração de servidor
- desenvolvimento de módulo de geração de relatórios Jasper reports
Cargo: Estagiária de desenvolvimento - de Jan 2004 até Fev 2005
Cliente: BCS Informática
Projetos/Sistemas:
- Sistema de Acompanhamento Processual
- Sistema de Controle de Estoque e Compras
- Sistema para controle de arquivos de folha de pagamento SEFIP
Atividades:
- desenvolvimento e manutenção de sistemas utilizando a linguagem Delphi 5.0 e o banco de dados Oracle 7.0
- integração do Word com a ferramenta Interwoven através de VBA
- elaboração de relatórios com a ferramenta Crystal Reports 7 e 8
- emissão de listagens e manutenção dos objetos no banco de dados Oracle 7 e 8i utilizando a linguagem PL/SQL
- Implantação e manutenção dos sistemas em diversos clientes
Formação Acadêmica
Nível: Graduação
Curso: Sistemas de Informação
Instituição de Ensino: Universidade Presbiteriana Mackenzie
Cidade: São Paulo
Conclusão: Dez/2005
Nível: Segundo Grau (Técnico)
Curso: Processamento de Dados
Instituição de Ensino: ETE Profº Camargo Aranha
Cidade: São Paulo
Conclusão: Dez/1999
Cursos
FJ-91: Arquitetura e Design de Projetos Java
Escola: Caelum (http://www.caelum.com.br/)
Carga horária: 40 horas aula
Oportunidade - Gerente de Contas - 27/03/10
Empresa que atua na elaboração e implantação da área de Call Center e telefonia (PABX digital, tarifador, discador) em empresas, junto com sólida parceria com os mais renomados provedores de tecnologia do mercado.
Atua desde a fase de concepção de projeto, análise de viabilidade técnica e financeira, implantação e integração de sistemas, até a gestão pós-implantação das soluções.
As tecnologias envolvidas nos projetos são: Redes de dados convergentes; Redes sem fio (Wi-Fi); Soluções de Segurança; VPN; Telefonia IP; Mobilidade; Contact Center receptivo e ativo; URA, Gravação; Infra-estrutura de TI; Billing
Localiza-se na Vila Olímpia, São Paulo/SP.
Devido ao sólido crescimento da empresa, buscamos por um Gerente de Contas
- Formação superior completa
- Experiência no mercado de Telemarketing / Call Center - OBRIGATÓRIO
- Experiência em vender projetos de telefonia / Call Center em clientes de qualquer porte e segmento - OBRIGATÓRIO
- Bons conhecimentos de soluções de Contact Center - DESEJÁVEL
Atividades que realizará:
- Prospecção de clientes
- Elaboração e envio de propostas comerciais
- Mapeamento de mercado para identificar e buscar novos negócios
- Acompanhar ações dos concorrentes
- Visitas a eventos e feiras do ramo
- Desenvolver ações estratégicas de mercado junto com o Sócio-Diretor e acompanhá-lo nas apresentações em clientes
Buscamos por um(a) profissional com excelente postura, iniciativa, visão de negócios, foco no cliente e que tenha a intenção de crescer na empresa.
A empresa oferece remuneração fixa + variável + celular + auxilio combustível + VR (R$10,00/dia) + despesas de viagem (quando necessário). Atuará como PJ ou CLT.
Aos interessados, mediante TODAS as informações acima, encaminhar currículo completo e atualizado, com última remuneração e remuneração fixa pretendida, para angelicatosta@terra.com.br
IMPORTANTE: serão considerados apenas os currículos com informações sobre remuneração (conforme acima) e do segmento de telemarketing. Infelizmente, currículos de profissionais vindos de outros segmentos (que não telefonia) serão deletados.
Oportunidade - Gerente de Canais de TI - 24/03/10
GERENTE DE CANAIS DE TI - SP
Case Consultores -
Consultoria em RH seleciona para:
Distribuidora especializada em segurança corporativa e infraestrutura de redes e soluções de segurança, com atuação em todo Brasil
Principais Atividades do Cargo:
O Gerente de Canais atuará na filial da empresa em São Paulo e será responsável pelo desenvolvimento dos negócios de distribuição da empresa para as regiões de São Paulo e estados do Sul. Dentre suas principais atribuições, será responsável pela captação, desenvolvimento e manutenção dos Canais de Venda, geração de propostas, negociações de vendas e cumprimento de metas de vendas estabelecidas pela Diretoria Comercial.
Requisitos:
Formação superior completa em Administração, Marketing, Ciências da Computação, Sistemas da Informação, Analise e Desenvolvimento de Sistemas ou áreas afins.
Vivência comprovada em gestão de canais de venda de TI, adquirida em empresas de distribuição.
Requisitos Obrigatórios do cargo:
- Inglês Fluente
- Sólida experiência em processos licitatórios, editais e RFP’s.
• Participação em eventos de promoção de tecnologias, tais como roadshows e feiras.
• Experiência comprovada na captação, desenvolvimento e manutenção de Revendas de TI.
Condições:
- Contratação PJ
- Remuneração compatível ao mercado
• Benefícios: Para o exercício das atividades, será fornecido um notebook (da empresa), celular (da empresa), despesas de translado, estacionamento e quilometragem.
Os candidatos interessados dentro do perfil, favor encaminhar o currículo com pretensão salarial no corpo de E-mail para fabio.freitas@cathorio.com.br Escrevendo no campo assunto GERENTE DE CANAIS
Acesse nosso site www.caseconsultores.com.br e se cadastre no banco de talentos para visualizar outras vagas
Fábio Freitas
Consultor de RH
Headhunter for IT, Finance & Executives
Oportunidade - Gerente de Projetos - 24/03/10
Oportunidade para um Gerente de Projetos para o Rio de Janeiro e outra para São Paulo, com o seguinte perfil:
Profissionais oriundos do mercado de Telecomunicações (mandatório)
Experiência em Acesso e Transmissão
Experiência na alocação de recursos e gestão de equipes
Disponibilidade de viagens
Experiente no controle financeiro do projeto
Curso de PMI (diferencial)
Habilidade de negociação e orientação a clientes.
Inglês fluente.
Interessados, por favor entrem no site www.ericsson.com e elejam as vagas:
| 00016119 |
Local: Serviços - Rio de Janeiro ou
Grata |
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TANIA LEITE
HR Supervisor
Human Resources
Rua Maria Prestes Maia, 300
São Paulo, Brasil
Phone 55 11 2224-1392
tania.leite@ericsson.com
www.ericsson.com
Oportunidade - Diretor de Marketing - 24/03/10
CONSULTORIA ELIAS ARRUDA EXECUTIVES busca:
*Diretor de Marketing” (1 vaga) - Efetivo - São Paulo*
Cliente: multinacional localizada na zona sul.
Atividades e responsabilidades do cargo: reportando-se ao CEO no Brasil, será a
liderança responsável por prover direção estratégica a todos os aspectos
referentes à entrega dos produtos da empresa, do desenvolvimento até a entrega e
pós-venda, ressalvando-se que experiência e conhecimento anteriores em marketing
industrial são consideradas características-chave para o desempenho esperado do
profissional nesta posição. Dentre suas responsabilidades destacam-se a
capacidade de pensar estrategicamente o negócio da companhia, considerando todos
os aspectos do envolvimento da empresa vis a vis seus produtos; desenvolver
estratégias com consumidores e parceiros com o fim de nivelar a posição da
companhia no seu mercado de atuação, com o propósito de criar, no mercado e
muito especialmente no segmento no qual a empresa atua, a percepção de que a
companhia é uma empresa formadora de opinião. Como também integra este o job
description a capacidade de coordenação e gestão do processo de desenvolvimento
de produtos como um todo, espera-se que este profissional possa intensificar e
manter os produtos e serviços em operação atualmente, considerando aspectos como
preço, posicionamento e promoções, sendo inclusive responsável pela manutenção
de perfis competitivos e pelo desenvolvimento de estatísticas e tendências
referentes aos produtos da companhia.
Formação: Graduação concluída, preferencialmente tendo também concluído MBA, com
sólida experiência em marketing estratégico em ambientes corporativos tidos como
“blue chip”. Conhecimentos de marketing, gestão de produtos e branding. Inglês
fluente, sendo desejável também fluência em espanhol. Será imprescindível que
este candidato seja oriundo do segmento de serviços de crédito e/ou financeiro.
**CURRÍCULOS ANEXADOS NÃO SERÃO ACEITOS**
Os candidatos que se adequarem ao perfil deverão encaminhar CV NO CORPO DO EMAIL
- NÃO ACEITAREMOS ARQUIVOS (CURRICULOS ANEXADOS) - para
anacristina@eliasarruda.com.br e eliasaexecutives@terra.com.br, indicando no
assunto: *DIRMKT*. Os currículos que não possuírem este titulo serão
automaticamente descartados.
Desde já agradeço.
Ana Cristina Elias Arruda
Elias Arruda Executives
Consultoria Especializada em Seleção e Orientação de Carreira
anacristina@eliasarruda.com.br
eliasaexecutives@terra.com.br
Condomínio Galleria Plaza
Avenida Dr. Jose Bonifácio C Nogueira, 150 - Térreo
13091-611 - Campinas - SP
Fone: (55 19) 3707-1515 - Fax (55 19) 3707-1599
Oportunidades diversas - 24/03/10
Diretor de TI
Empresa de grande porte do segmento de TI - Grande São Paulo/SP
Experiência na gestão de equipes da área de TI em empresa de Serviços. Conhecimentos de melhores práticas, como PMI. Inglês fluente. Disponibilidade para viagens nacionais.
E-mail: giseleandriotti@ricardoxavier.com.br; assunto: DTI
Diretor de Campus
Instituição de ensino - Feira de Santana/BA
Responsável pela gestão geral de unidade de negócios, envolvendo as áreas Administrativa, Financeira, de Marketing, Recursos Humanos e TI. Deve ser oriundo do setor Educacional ou de Serviços. Graduação e pós-graduação completas; desejável mestrado. Mobilidade nacional.
E-mail: jozetebezerra@ricardoxavier.com.br; assunto: BA
Gerente de Recursos Humanos
Indústria de bens de consumo - Porto Alegre/RS
Gestão por competência em indústrias, com conhecimentos em todos os subsistemas e na estruturação de cargos e salários. Vivência em negociação sindical. Graduação em Administração ou Psicologia. MBA ou pós-graduação em Gestão de Pessoas ou RH. Inglês avançado. Disponibilidade para viagens.
E-mail: cristianehedlund@ricardoxavier.com.br; assunto: GRH
Gerente de Avaliações de Negócios
Consultoria organizacional - Porto Alegre/RS
Avaliações e análises econômicas de empresas, análises financeiras e de investimentos, fluxo de caixa, pesquisa de mercado. Avaliações de ativos ecológicos, pesquisas, desempenho. Visão de mercado e indicadores. Graduação em Administração, Economia, Contabilidade ou Engenharia. Inglês fluente. Disponibilidade para viagens.
E-mail: mailaragermanowicz@ricardoxavier.com.br; assunto: GAN
Gerente Comercial
Empresa nacional do segmento de plásticos - Curitiba/PR
Sólida experiência na área Comercial e gestão de representantes. Será responsável pela prospecção, elaboração de propostas comerciais, negociações, visitas a clientes, abertura de mercado até a conclusão do negócio. Desejável conhecimento em sistema integrado. Graduação em Engenharia, Administração de Empresas ou áreas afins. Imprescindível atuar em Curitiba.
E-mail: anaoliveira@ricardoxavier.com.br; assunto: GC
Gerente de Marketing/Produto
Empresa de porte do setor eletrônico - São Paulo/SP
Experiência em indústrias de eletroeletrônicos com foco em direcionamento de produtos. Auxiliará na definição de Marketing e Vendas. Graduação completa. Inglês fluente.
E-mail: claudiacalle@ricardoxavier.com.br; assunto: GM
Gerente de Projetos
Empresa de porte do setor eletrônico- São Paulo/SP
Experiente na gestão de equipes na área de desenvolvimento de produtos eletrônicos. Graduado em Engenharia Eletrônica ou Mecatrônica. Inglês fluente.
E-mail: carlamelo@ricardoxavier.com.br; assunto: GPR
E-mail verificado pelo Terra Anti-Spam.
Para classificar esta mensagem como spam ou não spam, visite
http://ecp.terra.com.br/cgi-bin/reportspam.cgi?+_d=SCYyNTAwMjcxMCNwZXJtIXRlcnJhJjEsMTI2ODg0MzYwNi4zNzIyMjIuMTU5NTYuY2FicmV0b24udGVycmEuY29tLDExMTg5MA==TerraMail
Verifique periodicamente a pasta Spam para garantir que apenas mensagens
indesejadas sejam classificadas como Spam.
Oportunidade - Controller - 24/03/10
CONTROLLER
Indústria multinacional fabricante de adesivos, colas e selantes localizada em São Paulo contrata:
Controller
Profissional com experiência em indústrias de grande porte
Conhecimento de rotinas financeiras, contábeis, fiscais e emissão de relatórios
Graduado em Ciências Contábeis
CRC Ativo
Inglês Fluente
Contratação CLT
Local de trabalho - Jaguaré / São Paulo
Interessados encaminhar currículo com pretensão salarial para indusadesivo@gmail.com com a sigla CONT
Oportunidades diversas - 24/03/10
“A DBACORP é reconhecida pelos seus clientes como uma importante empresa na prestação de serviços em Bancos de Dados com níveis, padrões e profissionais altamente especializados. Atua nas áreas de Alta Disponibilidade e Missão Crítica (RAC - Clusters - Suporte 24X7). Oferece Consultoria, Produtos e Serviços nas áreas de Sistemas Operacionais, Bancos de Dados, Soluções de Virtualização, Produtos Microsoft, Oracle, Red Hat, VMware e Comercialização de Hardware e Software.”
Estamos recrutando profissionais com os seguintes perfis:
Executivo de Contas (01 vaga) cód. EXC10001
Experiência prática em:
ü Venda de produtos e serviços de TI
ü Prospecção / captação de novos clientes
ü Elaboração de propostas comerciais
ü Acompanhamento e gestão de carteira de negócios (pós venda)
ü Colaboração na execução do planejamento de vendas e estratégias para atingir metas e cumprir prazos
ü CRM
Formação superior completa
Possuir veículo próprio
Contratação: PJ
Remuneração: fixo+comissão+reembolso de despesas
Horário de Trabalho: segunda a sexta das 09h00 às 18h00
Local de Trabalho: Brooklin Novo (região da Berrini)
Assistente Comercial (02 vagas) cód. ASC10002
Experiência prática em:
ü Abordagem via telefone de clientes potenciais
ü Atendimento de prospects receptivos
ü Preparação e envio de propostas comerciais
ü Gerenciamento de contratos de clientes e fornecedores
ü Suporte geral a área comercial
Será um diferencial possuir experiência anterior em consultoria de TI
Formação superior completa
Contratação: CLT
Remuneração: salário+VT+VR+VA+Assistência Médica+Assistência Odontológica
Horário de Trabalho: segunda a sexta das 09h00 às 18h00
Local de Trabalho: Brooklin Novo (região da Berrini)
Interessados ou indicações, por favor, enviem os currículos para CANALRH@DBACORP.COM.BR
Obrigada!
Att.
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Gabriela Gimenez Torres
Recursos Humanos
SKYPE: g.gimenez
Twitter: gtorresrh
DBACorp - Inteligência Aplicada a TI
Oportunidades diversas - 24/03/10
Gerente de Infraestrutura - TI
Empresa de grande porte do segmento de tecnologia da informação - Grande São Paulo/SP
Experiência na área de Infraestrutura de TI em empresa de Serviços. Conhecimento de melhores práticas, como PMI, ITIL e Cobit e disponibilidade para viagens nacionais.
E-mail: giseleandriotti@ricardoxavier.com.br; assunto: GI
Gerente de Marketing/Produto
Empresa de porte do setor eletrônico - São Paulo/SP
Experiência adquirida em indústrias de eletroeletrônicos com foco em direcionamento de produtos. Auxiliará na definição de Marketing e Vendas, além de criar estratégias para lançamentos de novos produtos. Atuará com vários tipos de canais. Graduação completa. Inglês fluente.
E-mail: claudiacalle@ricardoxavier.com.br; assunto: GM
Gerente de Projetos
Empresa de porte do setor eletrônico- São Paulo/SP
Experiente na gestão de equipes na área de desenvolvimento de produtos eletrônicos. Graduado em Engenharia Eletrônica ou Mecatrônica. Inglês fluente.
E-mail: carlamelo@ricardoxavier.com.br; assunto: GPR
Gerente Comercial
Empresa nacional do segmento de plásticos - Curitiba/PR
Sólida experiência na área Comercial e gestão de representantes. Será responsável pela prospecção, elaboração de propostas comerciais, negociações, visitas a clientes, abertura de mercado até a conclusão do negócio. Desejável conhecimento em sistema integrado. Graduação em Engenharia, Administração de Empresas ou áreas afins. Imprescindível fluência no idioma inglês. Disponibilidade para atuar em Curitiba.
E-mail: anaoliveira@ricardoxavier.com.br; assunto: GC
Gerente Comercial
Empresa do segmento de bens de consumo - Campinas/SP
Será responsável pela gestão e coordenação do escritório na região de Campinas e atuação na prospecção e manutenção da carteira de clientes. Importante a capacidade de autogerenciamento, pensamento analítico e com habilidade de resolução estratégica. Proatividade, liderança e relacionamento interpessoal. Graduação em Administração de Empresas, Engenharia, Marketing ou Contabilidade. Inglês desejável.
E-mail: thaispontin@ricardoxavier.com.br; assunto: GCPS
Gerente de Suprimentos
Empresa nacional Do segmento de construção civil - Campinas/SP
Experiência na área de Suprimentos, Logística e Compras. Imprescindível ter atuado no segmento de Construção Civil. Suporte para as áreas de Orçamentos e Obras.
E-mail: cristinacamargo@ricardoxavier.com.br; assunto: GSUP
Gerente de Avaliações de Negócios
Organização especializada na administração estratégica de empresas - Porto Alegre/RS
Experiência em avaliações e análises econômicas de empresas, análises financeiras e de investimentos, fluxo de caixa, pesquisa de mercado. Avaliações de ativos ecológicos, pesquisas, desempenho, com visão de mercado e indicadores. Graduação em Administração, Economia, Contabilidade ou Engenharia. Inglês fluente. Disponibilidade para viagens.
E-mail: mailaragermanowicz@ricardoxavier.com.br; assunto: GANPOA
Gerente de Recursos Humanos
Indústria nacional de grande porte do segmento de bens de consumo - Porto Alegre/RS
Experiência em indústrias na gestão por competência, com conhecimento em todos os subsistemas e na estruturação de cargos e salários. Vivência em negociação sindical. Graduação em Administração ou Psicologia. MBA ou pós-graduação em Gestão de Pessoas ou RH. Disponibilidade para viagens. Inglês avançado.
E-mail: cristianehedlund@ricardoxavier.com.br; assunto: GRHPOA
















