Dependentes


Vítimas de vícios e de carências de tratamentos e medicações especializadas

Reportagem exibida no “Profissão Repórter” da TV Globo

A dependência química atinge pouco mais de um terço (34%) dos trabalhadores brasileiros. (PreMedi test, no site da Folha Online)

De acordo com o levantamento, o álcool é a maior causa de dependência química entre os trabalhadores, com 68,7% de casos registrados. Em seguida estão a maconha (6,9%), os benzodiazepínicos (3,3%), a cocaína (2,3%) e o ecstasy (1,5%).(PreMedi test no site da Folha Online)

Segundo pesquisas, 90% dos viciados se concentram nos seguintes setores: transporte (43%), restaurantes (25%) e hotelaria (22%).(PreMedi test no site da Folha Online)

Dados da OIT (Organização Internacional do Trabalho) mostram que 95% dos acidentes de trabalho estão relacionados com intoxicação alcoólica aguda.(PreMedi test no site da Folha Online)

No País, 90% das internações em hospitais psiquiátricos por dependência de drogas, acontecem devido ao álcool. Motoristas alcoolizados são responsáveis por 65% dos acidentes fatais em São Paulo.(Portal São Francisco)

O alcoolismo é a terceira doença que mais mata no mundo. Além disso, causa 350 doenças (físicas e psiquiátricas) e torna dependentes da droga um de cada dez usuários de álcool. (Portal São Francisco)

Síndrome alcoólica fetal (SAF) é o termo utilizado para descrever os efeitos comumente observados nos filhos de mães alcoólatras: tamanho pequeno, face anormal, outras anormalidades físicas e retardo mental. Ocorrência: 1 a 2 casos por mil nascidos vivos.(Portal São Francisco)

A idade em que o adolescente começa a tomar álcool está cada vez menor, com a média atual em 13 anos. (Portal São Francisco)

Em geral, nosso fígado leva uma hora para processar 30 gramas de álcool (aproximadamente uma latinha de cerveja). (Portal São Francisco)

Pesquisa realizada em 5 capitais brasileiras revelou que 45% dos jovens entre 13 e 19 anos envolvidos em acidentes haviam ingerido bebida alcoólica. (Portal São Francisco)

Cada vez mais mulheres de famílias com renda mais alta estão recorrendo em São Paulo ao Sistema Único de Saúde (SUS) em busca de tratamento para o alcoolismo. Levantamento da Secretaria de Estado da Saúde mostra que, entre 2006 e 2008, cresceram em 28,8% os atendimentos de mulheres com um perfil diferente do registrado antes. Em geral, elas têm diploma universitário, trabalham em um bom emprego e a renda familiar mensal é superior a 15 salários mínimos, o que corresponde atualmente a mais de R$ 7.000.

Há dois anos, 13% das consultas em serviços públicos de tratamento do alcoolismo feminino eram de mulheres com boas condições financeiras. Hoje, são 16,1%. Em 2008, a cada dia oito mulheres chegaram aos hospitais públicos tentando livrar-se do vício. O universo de 2.942 mulheres atendidas representa um aumento de 8% em relação a 2006.

Escolha viver sem drogas

Depoimento de uma viciada

“Mens sana in corpore sano” poeta romano Juvenal

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